<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480</id><updated>2012-01-01T22:15:29.126Z</updated><title type='text'>Mosaico de Cores</title><subtitle type='html'>Este blogue pretende ser um mosaico de diversas cores no espaço da blogosfera, onde ajude a elucidação das condições sociais, culturais, políticas e institucionais dentro das perspectivas das diversas Ciências Sociais e das relações que estas estabelecem entre si.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>37</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-8413757519320753180</id><published>2009-10-26T16:25:00.000Z</published><updated>2009-11-03T15:50:54.639Z</updated><title type='text'>Eu sei que está com pressa…</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Jv5NiK_VGSA/SRxVH7WnGwI/AAAAAAAAABg/ty2yG4vlQPE/s1600-h/cavalos.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 137px; height: 91px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Jv5NiK_VGSA/SRxVH7WnGwI/AAAAAAAAABg/ty2yG4vlQPE/s320/cavalos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5268179258796612354" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O patrão da herdade, dono de um cavalo, outrora trabalhador e diligente, mas agora já muito velho, percebendo que a sua energia tinha chegado ao fim, chamou-o e disse-lhe:&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;- Infelizmente, estás muito velho e já não podes servir-me, portanto tenho de te dispensar. Eu não sou ingrato e, em memória dos bons anos que serviste, vou dar-te, ainda, uma última oportunidade. Vai caçar e vê se consegues, trazer aqui para a herdade, o valente leão da floresta e terás abrigo e comida para o resto dos teus dias.&lt;br /&gt;O cavalo, pesaroso, lá tomou o rumo da floresta. Ao chegar encontrou uma raposa, esta ao perceber o desalento do cavalo, perguntou-lhe:&lt;br /&gt;- Cavalo, porque estás tão triste?&lt;br /&gt;- Fidelidade e gratidão nunca andaram juntas, depois de anos de trabalho o meu patrão dispensou-me – respondeu o cavalo. Para parecer agradecido, o que em verdade nunca foi, disse-me que se lhe levasse o leão da floresta, ficaria com abrigo e comida até ao fim dos meus dias, pois ele bem sabe que eu não serei já capaz de tremendo feito.&lt;br /&gt;- Eu consigo resolver o teu problema, contudo deves ter paciência – retorquiu a raposa.&lt;br /&gt;- Como consegues tu resolver? - Perguntou o cavalo.&lt;br /&gt;- Simples, deita-te no chão e espera. Trarei o leão aqui. Não te mexas e faz-te de morto e espera pelo meu sinal, vais ver que tudo dará certo.&lt;br /&gt;O cavalo acabou por concordar, fazendo o que a raposa lhe sugeriu.Ao encontrar o leão no interior da floresta, a raposa inquiriu:&lt;br /&gt;- Sei que estás com fome. Gostarias de fazer de um cavalo uma abundante refeição?&lt;br /&gt;Vendo que a fera salivava, a raposa disse que o levaria até junto dele.&lt;br /&gt;Os dois, chegados ao cavalo deitado, observaram-no por um instante. Então, disse a raposa:&lt;br /&gt;— Não deverá ser nada apetitoso devorá-lo aqui. Mas se te deitares ao lado dele, eu amarro-o à tua cauda, então, poderás arrastá-lo para a floresta e comê-lo em paz.&lt;br /&gt;Depressa a raposa atou a cauda do cavalo ao leão, mas de forma que lhe prendeu também as patas traseiras, impedindo-o assim de andar. Após estar completa esta minuciosa e astuciosa operação, a raposa ordenou:&lt;br /&gt;- Cavalo,  levanta-te e vai de galope até à herdade, não pares até lá chegares!&lt;br /&gt;O cavalo levantou-se e deu nos cascos, arrastando o leão pela ravina que se vendo enganado, rugiu e esperneou.&lt;br /&gt;Ao chegar à herdade, viu o patrão agradado com o feito, aproveitando o ensejo para lhe dizer:&lt;br /&gt;-Aqui está o leão, como combinámos.&lt;br /&gt;Como prometido, terás água, comida e descanso pelo resto dos teus dias – respondeu o patrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que está com pressa, porque necessita cada vez mais de caçar leões!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, qualquer um, em qualquer lugar, seja idoso ou jovem, vai sendo, confrontado com empreendimentos difíceis de realizar, já para não falar de propostas desonestas, cheias de “gratidão”.&lt;br /&gt;Você está suficientemente vigilante? Sabe encontrar as suas raposas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[1] Texto livre do autor, contos de tradição oral, de autoria de  Frau Katherina Viehmann&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-8413757519320753180?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/8413757519320753180/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=8413757519320753180' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/8413757519320753180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/8413757519320753180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2008/11/eu-sei-que-est-com-pressa.html' title='Eu sei que está com pressa…'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Jv5NiK_VGSA/SRxVH7WnGwI/AAAAAAAAABg/ty2yG4vlQPE/s72-c/cavalos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-3130768309432070003</id><published>2008-11-10T18:27:00.011Z</published><updated>2009-02-04T22:55:11.358Z</updated><title type='text'>Projecto Rua Java</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Jv5NiK_VGSA/SRh-T9hu5tI/AAAAAAAAABY/f38T7OH-OUw/s1600-h/info1_reduzido.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 127px; height: 137px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Jv5NiK_VGSA/SRh-T9hu5tI/AAAAAAAAABY/f38T7OH-OUw/s320/info1_reduzido.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5267098645608457938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Lacei-me, noutro desafio, desta vez não é um blog, mas um portal, portanto mais complexo, designado por Rua Java, &lt;a href="http://www.blogger.com/www.ruajava.com"&gt;www.ruajava.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;O principal objectivo do portal é ser um espaço privilegiado, uma rua, de encontro de pessoas, que se interessam por programação de computadores, sejam experientes ou simplesmente curiosos e que possam, através desse meio, trocar ideias, dúvidas, partilhando entre si, saberes.&lt;br /&gt;O portal já dispõe de fórum, alguns artigos, novidades e tutoriais, sendo os serviços completamente grátis para o utilizador, lá poderá inscrever a sua própria página pessoal ou blog.&lt;br /&gt;Pode aproveitar o espaço para enviar os seus artigos ou apenas para retirar as suas dúvidas e, se não for especialista, começar a aprender programação, nunca é tarde, basta apenas um pouco de tempo.&lt;br /&gt;Acredite, actualmente a programação encontra-se mais facilitada, face ao desenvolvimento de produtos, que são realmente fantásticos. Se for uma pessoa já com conhecimentos de programação, também vale a pena, porque os seus artigos terão visibilidade e poderá, se assim o entender, apoiar as pessoas no fórum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venha conhecer este novo espaço de partilha!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-3130768309432070003?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/3130768309432070003/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=3130768309432070003' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/3130768309432070003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/3130768309432070003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2008/11/projecto-rua-java.html' title='Projecto Rua Java'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Jv5NiK_VGSA/SRh-T9hu5tI/AAAAAAAAABY/f38T7OH-OUw/s72-c/info1_reduzido.gif' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-2210719948025358622</id><published>2008-11-03T15:37:00.000Z</published><updated>2008-11-10T09:20:26.263Z</updated><title type='text'>O meu jaspe</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_Jv5NiK_VGSA/R11d3-C5sXI/AAAAAAAAAAM/CudBcpv9zOw/s1600-h/jaspe.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp3.blogger.com/_Jv5NiK_VGSA/R11d3-C5sXI/AAAAAAAAAAM/CudBcpv9zOw/s320/jaspe.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142369565656330610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Já algum tempo que a questão da empatia me fascina.&lt;br /&gt;Descobri que a empatia é a pedra de toque do meu trabalho, o meu mineral raro, o meu jaspe, o que implica que quando não está presente tudo perde importância.&lt;br /&gt;Assim, resolvi adquirir um conhecimento tão profundo quanto possível, numa procura incessante, sobre o quer esta “simples” palavra encerra, de modo a poder utilizar os seus conceitos, frequentemente na minha vida, profissional e não só.&lt;br /&gt;Nesta conformidade, tenho efectuado uma aprendizagem importante do seu significado, da sua grandeza, tentando colocá-la ao serviço dos meus interlocutores, sempre que estou a trabalhar na minha nova profissão, sempre que estou a construir relacionamentos.&lt;br /&gt;Compreendi que numa profissão, seja ela qual for, não basta saber fazer, não basta colocar os conhecimentos técnicos, também, sejam eles quais forem, ao serviço do nosso cliente, pessoa, empresa, se não soubermos em cada momento, utilizar empatia nos nossos relacionamentos.&lt;br /&gt;Quando se vê, fala e, se escuta com o coração tudo fica mais fácil, qual auto-estrada da compreensão, de múltiplas vias, sem tráfego, sem semáforos ou constrangimentos, o fluxo da comunicação torna-se então importante e raro, podendo ser matizado numa multiplicidade de cores, semelhante às pedras raras, o que me fascina, pela sua simplicidade e beleza. Tal como o meu fascínio pelo jaspe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-2210719948025358622?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/2210719948025358622/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=2210719948025358622' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/2210719948025358622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/2210719948025358622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2007/12/o-meu-jaspe.html' title='O meu jaspe'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_Jv5NiK_VGSA/R11d3-C5sXI/AAAAAAAAAAM/CudBcpv9zOw/s72-c/jaspe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-5451145384504987205</id><published>2007-09-30T10:22:00.002+01:00</published><updated>2010-05-31T10:02:57.897+01:00</updated><title type='text'>Acabei</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp0.blogger.com/_Jv5NiK_VGSA/R9kDwoiHTiI/AAAAAAAAAA8/8lYpAMqz6AU/s1600-h/the+end.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_Jv5NiK_VGSA/R9kDwoiHTiI/AAAAAAAAAA8/8lYpAMqz6AU/s320/the+end.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177173380688203298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sempre mantive um interesse feliz com a Sociologia, mais precisamente com a Psicologia Social, dado tratar-se de um amor de já algum tempo, uma verdadeira paixão…&lt;br /&gt;Também em tempo, resolvi constringir este relacionamento (porque não queria que fosse só platónico) e assim, de peito feito, inscrevi-me em Ciências Sociais - Psicologia Social.&lt;br /&gt;Ao fim de muito amor, de muito desencanto, desânimo, mas também de crescimento interior, comecei a contagem decrescente, das disciplinas em falta: quatro, três, duas…&lt;br /&gt;Depois de tanta luta (as paixões, são sempre assim…) faltava apenas e só a disciplina de Psicologia Social Aplicada, que tardava a mostrar-se gentil, mas felizmente tive a aprovação e, desta feita, acabei, leram bem, acabei!&lt;br /&gt;A todos os que me apoiaram e ajudaram nesta caminhada, o meu muito obrigado.&lt;br /&gt;Aos colegas que terminaram os meus parabéns e votos de muitos sucessos.&lt;br /&gt;Aos que continuam na caminhada, simplesmente continuem, não desanimem, lembrem-se que as paixões são sempre difíceis, senão não teriam chama…&lt;br /&gt;Por fim, vou manter-me por aqui, diligente, para poder também dar apoio a quem dele necessite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudações Académicas e até sempre!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-5451145384504987205?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/5451145384504987205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/5451145384504987205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2007/09/acabei.html' title='Acabei'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_Jv5NiK_VGSA/R9kDwoiHTiI/AAAAAAAAAA8/8lYpAMqz6AU/s72-c/the+end.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-116652687796273283</id><published>2006-12-19T11:03:00.000Z</published><updated>2006-12-19T11:23:36.026Z</updated><title type='text'>Natal</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/Natal1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/1431/531/400/801565/Natal1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Universo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o homem como ser inteligente se&lt;br /&gt;encontra sozinho no universo, então&lt;br /&gt;segundo o critério da organização da&lt;br /&gt;matéria ocupa o escalão mais elevado da&lt;br /&gt;pirâmide da complexidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As actividades, as obras, as proezas, dos&lt;br /&gt;sistemas organizados são à medida do seu&lt;br /&gt;grau de complexidade e de organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta vasta experiência de organização da&lt;br /&gt;matéria, penso que difícilmente o homem&lt;br /&gt;ocupa o escalão mais elevado. Assim&lt;br /&gt;sendo, não somos estranhos ao universo e&lt;br /&gt;estamos comprometidos com outros seres e&lt;br /&gt;outras inteligências...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;font-size:7;"&gt;Carlos Lopes Natal/1996&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inclinou-se com ardor para o cálice de todas as flores para daí tirar o elemento significativo do pensamento de Deus que se encontra investido em todas as coisas e que importa, de qualquer maneira, libertar. Se a graça do poeta consiste em revelar aos homens que há uma «presença» para eles nas realidades do mundo e que estas têm alguma coisa a dizer-lhes, Jesus foi o grande poeta do mundo e foi à base duma poética profunda que Ele revelou Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;font-size:7;"&gt;In “Jesus Cristo” do eminente teólogo Yves Congar (1904-1995)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-116652687796273283?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/116652687796273283/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=116652687796273283' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/116652687796273283'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/116652687796273283'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2006/12/natal.html' title='Natal'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-114960176326827894</id><published>2006-06-06T14:46:00.000+01:00</published><updated>2006-06-06T14:59:24.756+01:00</updated><title type='text'>A roda-dos-desejos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/roda.1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/200/roda.0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;«O meu marido quer dar ao nosso filho, que vai nascer, o nome que o meu pai me teria dado se eu tivesse sido um rapaz. Ele quer agradar-me, agradando ao meu pai, estou tão confusa, que, já não sei qual o nome que quero realmente dar ao meu filho. Vou agradar ao meu marido deixando-o agradar-me, para assim agradar ao meu pai?»&lt;br /&gt;Esta roda-dos-desejos, mas mais propriamente roda-de-apropriação, permite apropiar-me dos desejos do outro, transformando-os em pedidos, que me encarregarei de satisfazer.&lt;br /&gt;Apropriando-me do desejo do outro, evito ouvir e principalmente respeitar o meu próprio desejo, vivendo ao limite, por procuração, ou seja, por interpostas pessoas, sejam: os pais; o conjugue; os amigos; os filhos...&lt;br /&gt;Pela apropriação, faço sempre meu o olhar do outro, deixo-me definir pelo outro, pelos seus valores, os seus medos, as suas necessidades, as suas crenças, como se me tornasse naquilo que o outro vê em mim, sem me conseguir diferenciar, sem me distinguir das pessoas, o que verdadeiramente me pertence, as reacções que lhes pertencem.&lt;br /&gt;Tendo consciência, que as relações interpessoais implicam, quase sempre, alguma projecção e apropriação, e é assim, construída nesta troca de subjectividades, reformulo a necessidade de quanto melhor estivermos separados, diferenciados, melhor existimos nesta nossa ventura de vida, tornando-nos melhores companheiros para nós próprios e para os outros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-114960176326827894?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/114960176326827894/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=114960176326827894' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/114960176326827894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/114960176326827894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2006/06/roda-dos-desejos.html' title='A roda-dos-desejos'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-114769022995493236</id><published>2006-05-15T11:46:00.000+01:00</published><updated>2007-05-29T14:57:43.807+01:00</updated><title type='text'>O que sentimos III</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/sentimentos%203.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/320/sentimentos%203.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12;"  &gt;&lt;/span&gt;Quando deixo de tornar o outro responsável pelo que eu sinto, pelo que não está bem em mim, pelo que me acontece, apercebo-me que a perspectiva que eu tinha, como sendo um conflito exterior, é antes, um conflito interior, uma ambivalência. Assim, será então necessário aplicar bastante esforço para nos conhecermos a nós próprios, as nossas mutações e as nossas constâncias, visto, ser uma obra sempre em construção, mas, com a certeza, que ao manter um olho aberto no nosso interior irá permitir percepcionar mais longe...&lt;br /&gt;Será ainda necessário identificar os limites de intolerância e de vulnerabilidade, zonas de imaturidade que, perante certos actos, certos comportamentos, fazem com que vivamos o equivalente a uma ferida ou um envenenamento. Estes pontos fazem eco das nossas carências, geralmente situadas bem longe, no passado, revivem, apoiam-se, ganham força e expressão em situações inacabadas e em que mantivemos o desejo, o sonho de completude. Deste modo, quantas humilhações ou frustrações continuam a transpirar suor, gota a gota, à superfície do comportamento, na tentativa de encontrar uma reparação, justificação ou realização, porque, e nem sempre disso temos consciência, &lt;i&gt;&lt;b&gt;os sentimentos são crianças frágeis, que precisam de cuidados constantes...&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Ao reconhecermos os nossos sentimentos, cada vez mais depressa, na sucessão das nossas sensações, podemos escolher, podemos tentar gerir melhor o que eles provocam, isto é, aceitamos o confronto sem reservas com as nossas emoções, tomando o compromisso de fazermos sempre algo com elas.&lt;br /&gt;Ao prestarmos mais atenção, ao ouvi-los de uma forma vigilante, perspectivamos melhor os sentimentos que nos engrandecem ou os ressentimentos que nos sufocam.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-114769022995493236?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/114769022995493236/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=114769022995493236' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/114769022995493236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/114769022995493236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2006/05/o-que-sentimos-iii.html' title='O que sentimos III'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-114656224306652902</id><published>2006-05-02T10:25:00.000+01:00</published><updated>2006-05-02T10:36:46.370+01:00</updated><title type='text'>O que sentimos II</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/Sentimentos%202.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/320/Sentimentos%202.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;A perspectiva na contínua transposição de responsabilidade do que sinto, daquilo que vivo, daquilo que me acontece, vai possivelmente levar-me a uma armadilha relacional muito frequente: &lt;i&gt;a tentativa de mudar o outro.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Este desejo, profundo, que o outro mude, para que finalmente possamos estar melhor, de forma a terminar o nosso sofrimento e o nosso mal-estar, parace tão lógico, tão evidente, que se torna ilusoriamente numa das nossas aspirações mais legítimas, mas, efectivamente, na realidade, a mais frustante.&lt;br /&gt;A tentação de mudar o outro, de começar a vida pelo outro é uma tarefa gigantesca, demonstrando, ainda, uma grande habilidade para as chamadas relações fictícias, evitando, assim, reconhecer:&lt;br /&gt;- em mim: o que para mim representa o que vivo, o que me acontece;&lt;br /&gt;- no outro: os seus próprios sentimentos, o que ele vive, o que lhe pertence.&lt;br /&gt;Esta atitude, impede-me frequentemente de ver as minhas próprias falhas, como minhas, e, cria uma situação, quase sempre, recíproca.&lt;br /&gt;Estes comportamentos quando recíprocos, levam a que cada um tente resolver os seus próprios dilemas, pedindo ao outro que modifique as suas expectativas e os seus desejos.&lt;br /&gt;Tentar exercer influência nos desejos e expectativas, parece ser uma das nossas utopias mais arcaicas. A tarefa gigantesca que resulta no esforço para mudar o outro, para o sentido que mais me convém, está condenada ao fracasso, na maioria dos casos, carregada de violência surda e ódio reprimido...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-114656224306652902?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/114656224306652902/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=114656224306652902' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/114656224306652902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/114656224306652902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2006/05/o-que-sentimos-ii.html' title='O que sentimos II'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-114526698695919767</id><published>2006-04-17T10:38:00.000+01:00</published><updated>2006-04-18T09:53:08.346+01:00</updated><title type='text'>O que sentimos I</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/Sentimentos%201.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/320/Sentimentos%201.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Transpor a responsabilidade do que sentimos, é sem dúvida a nossa posição relacional mais frequente.&lt;br /&gt;Se eu sinto alguma coisa é devido a alguém ou a um acontecimento, numa lógica emocional incorrecta, é o outro ou a situação que é responsável pelo que sinto.&lt;br /&gt;Esta mitologia relacional é das mais persistentes, a omnipotência que atribuímos ao outro leva-nos a transpor a responsabilidade do que sentimos, como se fossemos irresponsáveis ou desprotegidos.&lt;br /&gt;«Estou verdadeiramente perdido, em pânico, em sofrimento... portanto não sou eu que devo fazer alguma coisa por mim.»&lt;br /&gt;Quando transpomos a responsabilidade, o visado é geralmente: ou a pessoa amada, um parente ou alguém muito próximo. A este ser decepcionante que frustou as minhas expectativas, vou cobrar-lhe todo o meu ressentimento, acusá-lo de tudo o que me acontece de bom, mas principalmente do mau, dos meu êxitos e fracassos, dos meus risos e medos.&lt;br /&gt;A estratégia relacional fundada na convicção de que o outro é responsável pelo que sinto, poderá levar à impotência, à estagnação...&lt;br /&gt;Somos capazes de encontra infinitas combinações para não nos sentirmos responsáveis por aquilo que nos acontece, para evocar sempre uma causa exterior a nós próprios, com muito mais facilidade do que um mágico tira coelhos da cartóla.&lt;br /&gt;A transposição da responsabilidade é também a fonte das melhores justificações e desculpas em relação às experiências da infância. &lt;br /&gt;De facto, até poderá existir algum condicionamento criado pela dependência emocional e psíquica, enquanto criança, mas não deixa de ser supreendente a maneira como mantemos e persistimos nesse condicionamento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-114526698695919767?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/114526698695919767/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=114526698695919767' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/114526698695919767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/114526698695919767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2006/04/o-que-sentimos-i.html' title='O que sentimos I'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-114347355099596371</id><published>2006-03-27T16:20:00.001+01:00</published><updated>2010-05-31T09:59:29.620+01:00</updated><title type='text'>[1] Recém-nascido</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/rec%3F%3Fm-nascido.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/320/rec%3F%3Fm-nascido.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nasci, sou um menino, agora vale a verdade, vale a vida, em primeiro lugar, quero lembrar, que todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos, como tu menino grande, escreves-te, por tua vontade, em nosso nome, já fez tanto tempo...&lt;br /&gt;Queria alertar que a pobreza e as desigualdades sociais são os factores que mais afectam a minha saúde, a dos outros meninos e meninas e que a mortalidade na nossa idade, em todo o mundo, continua, infelizmente, excessivamente elevada e, por isso, tenho medo.&lt;br /&gt;Sei que uma grande multiplicidade de factores, nomeadamente, os socioeconómicos, culturais e habitacionais do papá e da mamã, no fundo, os que herdei, serão determinantes para a minha saúde, porque estão na origem de patologias várias. Reparem, herdei, não escolhi, então, apenas vos peço, do fundo do meu frágil coração, que me prestem os melhores cuidados, não me desprezem, não me abandonem, nem me descriminem.&lt;br /&gt;Sei ainda, que a família poderá ser um espaço importante para o meu desenvolvimento, mas, também, para me oprimirem e violentarem. Acredito porque sou pequeno, digno, e pessoa de bem, que os meus meninos grandes, aqueles que são do meu sangue, que chamo: «meus meninos» e com os quais, em comunhão, pretendo tecer, no futuro próximo, as maiores venturas de vida, me irão tratar bem. Como pessoas de bem que somos, acredito, que serão importantes para o meu desenvolvimento e educação, ficando, desde já, profundamente reconhecido.&lt;br /&gt;Quando à pouco, apelava para os melhores cuidados paternais, familiares e sociais, que me deviam prestar, estava a pensar num menino grande chamado Bowlby, porque segundo ele, entendido nestas matérias, as necessidades são muito maiores: «A satisfação das necessidades de vinculação, passa por contactos efectuosos com a mãe e ou outros prestadores de cuidados, pelos contactos corporais, pelas interacções através do sorriso e do olhar, pelos gestos de ternura e afecto, pelas comunicações sensoriais no momento de cuidados, nomeadamente de amamentação, pela segurança encontrada nos braços do adulto, pela sintonia dos ritmos e dos afectos.»&lt;br /&gt;Sabem, queria também aproveitar esta oportunidade, para prestar uma justa homenagem aos outros meninos e meninas grandes que se interessam e investigam estas coisas, que eu designo por verdades e vida, porque são grandes e têm um coração enorme, todo ele dedicado às pessoas, principalmente, aos seres frágeis como eu, e que, por isso, bem o merecem.&lt;br /&gt;Desta forma, termino, com umas breves palavras, que eles próprios escreveram:&lt;br /&gt;«A necessidade de contacto e depedência da criança, sobretudo no início da vida, é uma realidade que se inscreve no passado biológico da espécie, sendo a partir desta necessidade biológica e primária de dependência, contacto, protecção e afecto que se elaboram os laços de vinculação, a competência social e o sentimento de segurança, fundamentais na estruturação psíquica da criança e do desenvolvimento e saúde futuros.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style=""&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; Recém-nascido ideia original do autor, baseada em textos da Profª Drª Natália Ramos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-114347355099596371?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/114347355099596371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/114347355099596371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2006/03/1-recm-nascido.html' title='[1] Recém-nascido'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-113525182868175785</id><published>2005-12-22T11:40:00.001Z</published><updated>2010-05-31T10:04:30.236+01:00</updated><title type='text'>Prendas</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/embrulho.0.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/200/embrulho.jpg" alt="" border="1" /&gt;&lt;/a&gt;Numa relação, seja ela de curta ou de longa duração, são várias as conjunturas em que temos dificuldade em receber, sejam cumprimentos, manifestações de amor, simpatia, admiração, ideias novas, sinais de interesse, ou objectos.&lt;br /&gt;Esta dificuldade, origina uma oposição a propostas, a certos impulsos, através da rejeição em receber, reagimos, de forma negativa, como “pacientes do receber”.&lt;br /&gt;Como entender este mecanismo? Porque desvalorizamos o entusiasmo do nosso interlocutor e a nós próprios?&lt;br /&gt;O presente mal recebido magoa quem o oferece.&lt;br /&gt;Ao acolhermos mal um presente, remetemos, quem o deu, para a sua incapacidade, para a sua impotência ou para a sua solidão.&lt;br /&gt;A visão que temos de nós próprios será, desta forma, tão hirta, tão rigorosa, que em nome da perfeição, de uma verdade ou de um ideal absoluto, não podemos aceitar uma prenda, um reconhecimento merecido?&lt;br /&gt;Muitas pessoas recusam receber, preferem dar, parece-lhes mais fácil... A dar mantenho-os à distância das minhas próprias solicitações.&lt;br /&gt;Porque receber é uma faca de dois gumes, é uma abertura ao outro, é um risco de intrusão, de penetração do nosso universo, da nossa “verdade”. Receber é correr o risco de ser influenciado, logo de mudar.&lt;br /&gt;Mas, é na coincidência dos desejos que permite receber verdadeiramente o que nos é oferecido e, uma dádiva recebida na sua plenitude também preenche quem a dá.&lt;br /&gt;Desta forma, gostaria de presentear os leitores deste espaço, mas muito especialmente: à Tânia, à Imar, à Utopia e por último, mas não menos importante, à Taia, porque em diversas situações e nos momentos certos, souberam abonar com as suas opiniões, as suas ideias e o seu interesse, ajudando a colorir este mosaico, que se pretende de cores.&lt;br /&gt;Assim, muito sinceramente aspiro, que na coincidência dos vossos desejos, tenham muitas prendas nesta época especial, em que celebramos Jesus.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-113525182868175785?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/113525182868175785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/113525182868175785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/12/prendas.html' title='Prendas'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-112869606722641128</id><published>2005-10-07T15:35:00.001+01:00</published><updated>2010-05-31T10:04:57.963+01:00</updated><title type='text'>Lógicas</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/l%3F%3Fgicas1.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/400/l%3F%3Fgicas.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Porque a razão afectiva fica magoada quando colide com juízos de valor, ou seja, com a nossa lógica racional ou normativa?&lt;br /&gt;Os nossos sistemas de valores, não têm poder efectivo sobre o que sentimos, permitem, algumas vezes, dissimulá-los, reprimi-los ou negá-los, mas não suprimi-los. Qual a pessoa que fica com menos medo quando lhe dizem: «Mas, tens medo disso»?&lt;br /&gt;«Mãe, tenho medo de ir para a nova escola.» - disse o menino.&lt;br /&gt;«Mas, vê bem, todos os meninos da tua idade, vão para essa escola e tu vais gostar de fazer novos amigos, não compreendes?» - respondeu a mãe.&lt;br /&gt;Fazemos este tipo de comentários todos os dias, recusando ouvir o outro, propondo-lhe outra lógica, outro registo diferente, não partilhando os sentimentos.&lt;br /&gt;Não o menino não pode compreender, quando não foi compreendido, fala do que sente e, a mãe, decerto bem-intencionada, fala-lhe de factos, num registo puramente lógico, esclarece, sim, mas não alivia, a lógica proposta impõe ainda: «Só podes ser tonto, por teres medo sem nenhuma razão válida», pior remete à criança dois juízos: o ser medroso e além disso idiota.&lt;br /&gt;As palavras podem esclarecer a nossa aflição, contudo nem por isso nos consolam. A lógica racional ou a lógica normativa, não melhora a lógica afectiva, falam entre si, uma linguagem estranha, vivem todas elas em planos diferentes, quase sempre, inconciliáveis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-112869606722641128?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/112869606722641128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/112869606722641128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/10/lgicas.html' title='Lógicas'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-112679984857000630</id><published>2005-09-15T16:44:00.000+01:00</published><updated>2005-09-15T17:00:15.243+01:00</updated><title type='text'>Das diferentes realidades</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/comunicar4.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/320/comunicar1.jpg" border="1" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Existe uma diferença tão grande entre a minha vivência e o que digo, entre o que planeio ou penso dizer, e o que, em cada momento, me sai da boca.&lt;br /&gt;O que eu digo num determinado momento é apenas uma faceta de uma imensa complexidade cheia de contradições. Tantas vezes a minha expressão é semelhante às cores da paisagem que se modifica, por efeito da luz ao longo do dia.&lt;br /&gt;Mais, existe ainda uma tal diferença entre o que digo e o que o meu interlocutor entende, dependendo de tantos factores, que não sei – como poderei eu saber? - O que ele compreendeu ou apreendeu.&lt;br /&gt;O tempo que decorreu entre a última vez que estabelecemos comunicação e agora, este passado feito presente, tornou-se dissemelhante, porque, entre nós muito se modificou.&lt;br /&gt;Assim, a verdadeira existência da vida será este movimento esta tentativa de se reconhecer o outro, fundamentalmente distinto, com as suas próprias crenças e valores, não fundeado no tempo.&lt;br /&gt;Saberei, o que entendeu, quiçá, tardiamente, com gáudio, mágoa, ou talvez espanto, porque os pensamentos as imagens secretas do outro escapam-me, da mesma forma como lhe escapa, como se fossem de areia, os meus.&lt;br /&gt;Mesmo com os quais partilho tudo, os mais íntimos, o mistério permanece insolúvel, ficando nós sem a maior fatia do bolo, não de massa de glicose, mas da essência da comunicação.&lt;br /&gt;Decerto que me esforço para diminuir e aceitar esta diferença, que existe entre as palavras e a minha experiência de vida, aliás, sinto-me afortunado por reconhecer, no fundo, a incompletude da nossa comunicação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-112679984857000630?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/112679984857000630/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=112679984857000630' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/112679984857000630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/112679984857000630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/09/das-diferentes-realidades.html' title='Das diferentes realidades'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-112541818606457359</id><published>2005-08-30T17:03:00.000+01:00</published><updated>2005-08-30T17:17:04.450+01:00</updated><title type='text'>A um barman</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/barman2.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/200/barman1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Percorríamos de forma vadia as ruas da cidade do Funchal e quando já as plantas dos pés me ardiam, descobrimos, eu e o grupo o casino.&lt;br /&gt;Para ser sincero, não tinha saído do hotel com a intenção de ir jogar, em boa verdade não sou um afortunado da sorte, não costumo jogar nem a feijões e os casinos a mim nada me dizem, mas, não querendo ser desmancha prazeres, lá entrei com eles.&lt;br /&gt;Após uma visita demorada e já um pouco impaciente disse:&lt;br /&gt;- Sinto-me melhor em pagar-lhes umas bebidas, do que gastar aqui dinheiro sem nenhum intuito.&lt;br /&gt;Através do barulho incomodativo das máquinas, ouvi alguém dizer:&lt;br /&gt;- Se é para pagares, vamos lá a essas bebidas.&lt;br /&gt;Voltámos à rua, agora, completamente deserta e de bares nem sombra deles, bastante cansados e sem darmos conta, fomos andando em direcção ao hotel.&lt;br /&gt;Já no interior do hotel, sequioso, voltei à carga:&lt;br /&gt;- Então pessoal e as bebidas?&lt;br /&gt;Resposta imediata.&lt;br /&gt;- Vamos ao bar do hotel.&lt;br /&gt;A surpresa estava ainda para vir, quando chegados ao bar, ouvimos:&lt;br /&gt;- Lamento, mas o bar já encerrou – respondeu respeitosamente o barman.&lt;br /&gt;- Tenha paciência, mas não nos pode negar uma bebida, só uma, principalmente a esta gente boa e cansada e para provar o que lhe digo, como terminou o serviço, celebrize este momento também connosco – apressei-me a responder.&lt;br /&gt;- Bem, não sei porquê, mas, estou com gente diferente – respondeu o barman, ainda a analisar a situação.&lt;br /&gt;Sentámo-nos nas cadeiras do balcão, junto ao bar, enquanto o barman anotava os pedidos.&lt;br /&gt;Começou a falar que tinha muitos anos de serviço, sempre como barman, tinha servido nos melhores hotéis e bares do país, que este ano se reformava, para além de que, na sua longa carreira profissional tinha ganho diversos prémios e superintendido como júri diversos concursos nacionais e internacionais.&lt;br /&gt;Para meu espanto, acrescentou:&lt;br /&gt;- O bar é tão grande, no entanto algumas pessoas procuram o contacto directo com o barman, estão neste caso as que se sentam nos bancos do balcão.&lt;br /&gt;- Sabe, necessitam desesperadamente de conversar, por isso não escolhem os outros assentos da sala.&lt;br /&gt;De facto, percorrendo o olhar pela sala, eu próprio pude constatar que era enorme, não sendo, por isso, necessário, ficar com o nariz colado ao barman. Para mal dos meus pecados, exactamente como nos encontrávamos sentados.&lt;br /&gt;- Espere, estas pessoas têm responsabilidades grandes “lá fora” e um quotidiano difícil, estão a procurar desfrutar estes momentos de companheirismo – adverti eu, sentindo-me pouco confortável com a situação.&lt;br /&gt;O nosso barman atalhou de imediato, retorquindo:&lt;br /&gt;- Se concordarem vou preparar-lhes uns cocktails famosos – alguns premiados – especialmente para comemorarem e vamos tornar esta noite inesquecível.&lt;br /&gt;Trocámos umas palavras, suficientes, para um de nós responder:&lt;br /&gt;- Esqueça os nossos pedidos, tem carta branca, venham de lá essas bebidas famosas, na condição de se juntar a nós, pois temos todo o prazer que comemore também os seus longos anos de serviço, estimaríamos felicitá-lo pela sua reforma.&lt;br /&gt;- Faço melhor, já nada tenho a perder, vou ensinar-lhes como se preparam alguns cocktails – respondeu o barman.&lt;br /&gt;À medida que ia preparando os ingredientes e ensinando a razão das misturas, retomou a conversa, dizendo-me que era possível que eu não acreditasse que o bar fosse o verdadeiro confessionário da vida.&lt;br /&gt;- Ao barman, as pessoas em desespero de causa, contam praticamente tudo das suas vidas e sempre muito mais do que, alguma vez, irão contar ao juiz, padre, psicólogo, pai ou mãe – disse com ar pensativo.&lt;br /&gt;- Acredite, que o verdadeiro confessionário é aqui e não noutro local qualquer do mundo – assegurou-me, apontando para os bancos.&lt;br /&gt;- Garanto-lhe, que já safei alguns da “forca” e tive estranhas propostas de formosas senhoras.&lt;br /&gt;Tocou ao piano “Prelude of Raindrop” de Frédéric Chopin, veio-me à memória, que este trecho foi composto numa ilha (que coincidência, meu Deus!).&lt;br /&gt;Reconheço que, pela sua força, pelo conhecimento, pelos seus anos de experiência, pelo momento único, pelas suas sábias palavras, não tenho razões para duvidar do que me confidenciou, como não duvidei quando nos disse, todos nós sentimos, que aquela noite seria especial…&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-112541818606457359?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/112541818606457359/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=112541818606457359' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/112541818606457359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/112541818606457359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/08/um-barman.html' title='A um barman'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-112127002794639482</id><published>2005-07-13T16:47:00.000+01:00</published><updated>2005-07-13T17:38:24.783+01:00</updated><title type='text'>Carta a uma turma</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/320/turma1.jpg"&gt;&lt;img style="border: 2px solid rgb(170, 170, 170); margin: 2px;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/320/turma1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para um ensino menos frio e distante&lt;br /&gt;Para mim a verdadeira individualidade é necessariamente social, penso também que é um dos mais velhos pressupostos da Filosofia.&lt;br /&gt;Descobrimos quem somos e o que somos, através do que fazemos, numa longa luta de viver, mas viver com e para os outros.&lt;br /&gt;A aprendizagem é uma viagem em espiral e para aqueles que, como eu, a perseguem,  torna-se numa experiência interminavelmente fascinante, que não enriquece apenas o próprio, mas todos os que se encontrarem atentos ao redor.&lt;br /&gt;Nisto resume-se, em certa medida, o que penso do ensino/aprendizagem e, em que acredito.&lt;br /&gt;Acredito, ainda, que se houver turmas, verdadeiramente dedicadas, com alunos que partilhem saberes, poderei continuar a viajar, feliz, porque acompanhado desses prestáveis viajantes, para que a entreajuda seja possível sempre que necessária.&lt;br /&gt;Aprender seria, então, considerado o ingrediente necessário para um melhor desempenho nas tarefas. Os alunos - colegas e eu - aprenderiamos que é a combinação de talentos diferentes, que fazem as coisas acontecer e que é deste modo que se descobre e controla tais talentos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-112127002794639482?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/112127002794639482/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=112127002794639482' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/112127002794639482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/112127002794639482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/07/carta-uma-turma.html' title='Carta a uma turma'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-111824597266372720</id><published>2005-06-08T16:52:00.000+01:00</published><updated>2005-06-08T16:59:59.163+01:00</updated><title type='text'>Maratona versus corrida de cavalos</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/640/maratona.jpg"&gt;&lt;img style="border: 2px solid rgb(170, 170, 170); margin: 2px;" src="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/400/maratona.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                        &lt;p class="MsoNormal"&gt;Para mim a vida é uma maratona mas, não é, ou não deveria ser, uma corrida de cavalos.&lt;br /&gt;Numa corrida de cavalos apenas os três primeiros ganhadores da corrida contam, todos os restantes são perdedores.&lt;br /&gt;Numa maratona todos os corredores que acabam a corrida são vencedores, independentemente do lugar em que ficaram ao terem cortado a meta e, todos nós, temos a obrigação moral e intelectual de aplaudir o seu esforço.&lt;br /&gt;Na maratona é claro que uns correm mais depressa e alguns conseguem manter-se no bloco da frente, todavia, muitos correm contra eles próprios, procurando melhorar os seus padrões de desempenho.&lt;br /&gt;Escolheremos ou não a corrida que queremos participar, o passo com que vamos pogredindo, procurando, na maioria das vezes, sermos melhores.&lt;br /&gt;Alguns exames tornam a educação numa corrida de cavalos e não numa maratona, ou seja, num local de escolha e não num processo de aperfeiçoamento, pese embora, a necessidade do meu país por pessoas mais habilitadas.&lt;br /&gt;Mais, a escola prepara-nos para enfrentarmos problemas específicos, mas, a maioria dos problemas com os quais temos de lidar são de natureza ilimitada.&lt;br /&gt;Por outro lado, estamos quase sempre sozinhos no jogo da aprendizagem, na universidade – como na corrida de cavalos - mas obviamente que o mesmo não se passa ao nível do trabalho que requer uma forte cooperação, de um elevado número de pessoas ( e não dos três primeiros a cortar a meta).&lt;br /&gt;Cedo me apercebi que como fazer amigos e conquistar pessoas é uma disciplina que não consta da maioria dos cursos, tão necessário para que possamos todos cortar a meta e sermos vencedores na corrida da maratona.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-111824597266372720?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/111824597266372720/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=111824597266372720' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/111824597266372720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/111824597266372720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/06/maratona-versus-corrida-de-cavalos.html' title='Maratona versus corrida de cavalos'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-111634497298085243</id><published>2005-05-17T16:49:00.000+01:00</published><updated>2005-05-18T11:00:41.366+01:00</updated><title type='text'>Exterior às organizações</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/640/TwoWaysAndIDontKnowTheExit_by_eskilofreniko.jpg"&gt;&lt;img style="border: 2px solid rgb(170, 170, 170); margin: 2px;" src="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/400/TwoWaysAndIDontKnowTheExit_by_eskilofreniko.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;TwoWaysAndIDontKnowTheExit, foto de Fernando Bartolomeu &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A verdadeira revolução social - que ainda estamos a viver - &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;é a mudança de uma vida organizada e feita à medida dos outros, para um mundo em que somos completamente forçados a ser responsáveis pelo nosso próprio destino. (ver texto: &lt;a href="http://mosaicodecores.blogspot.com/2004/11/crise-de-identidade-um-mundo-em-mudana.html"&gt;Crise de Identidade&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;Num mundo mais competitivo, no qual as mudanças nos são impostas, contribui para diminuir os limites entre instituições e indivíduos.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Nesta nova era, quer as instituições sejam de trabalho, de casamento, quer comunitárias, os contratos parecem ser precários e infinitamente negociáveis. Para uns significa uma liberdade emocionante, para outros gera uma horrível insegurança.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;De acordo com dados oficiais, na Inglaterra, em 1995, o desemprego era de 8%, 24% de trabalhadores em “part-time” e 19% de trabalhadores por conta própria ou&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;em regime temporário. Se somarmos estes números, obtem-se 51%, ou seja,&lt;span style="font-style: italic;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;mais de metade da força de trabalho disponível não tem emprego a tempo inteiro dentro de uma organização.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Os números oficiais para os Estados Unidos, revelam um valor de 37% global, para as pessoas que trabalham no “exterior” das organizações.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Os países da Europa oscilam entre estes dois números (37 e 51%).&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Assim, a Inglaterra lidera o campo da flexibilidade, se liderar for o termo certo para este facto preocupante.&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;[1] Os meus agradecimentos ao fotógrafo Fernando Bartolomeu, que tão conseguidamente funde a visão com os meus pensamentos, com a foto TwoWaysAndIDontKnowTheExit, &lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;In &lt;a href="http://eskilofreniko.deviantart.com/"&gt;eskilofreniko&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-111634497298085243?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/111634497298085243/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=111634497298085243' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/111634497298085243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/111634497298085243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/05/exterior-s-organizaes.html' title='Exterior às organizações'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-111202262653006798</id><published>2005-03-28T16:10:00.000+01:00</published><updated>2005-03-28T16:22:43.730+01:00</updated><title type='text'>Um mundo assimétrico</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/640/downsizing.jpg"&gt;&lt;img style="border: 2px solid rgb(170, 170, 170); margin: 2px;" src="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/400/downsizing.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="color: rgb(102, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;Na minha opinião e de alguns especialistas, (com excepção para a maioria dos políticos) o momento difícil que os países atravessam, em termos económicos, não é apenas uma recessão mas, uma mudança com carácter mais profundo.&lt;/p&gt;       &lt;p style="color: rgb(102, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;«O que está a suceder não é tanto uma recessão mas uma reestruturação de toda a base técnico-económica da sociedade.&lt;/span&gt;&lt;o:p style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; É como um tremor de terra que traz à superfície um novo terreno.»&lt;/span&gt; (Alvin Toffler)&lt;/p&gt;     &lt;p style="color: rgb(102, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;De facto, para crescer uma média de 3% ao ano, uma sociedade tem de melhorar a eficiência, talvez uns 5%, para continuar a competir no sistema global.&lt;/p&gt;   &lt;p style="color: rgb(102, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;Melhorar a eficiência, significa ter de desaparecer mais postos de trabalho, o “downsizing” não é o único fenómeno, mas a tentação pela eficiência é muito grande e acaba por destruir as pessoas que supostamente pretende promover.&lt;/p&gt;     &lt;p style="color: rgb(102, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;«Banco da Irlanda dispensa 2100 – O Banco da Irlanda anunciou no dia 22 de Março passado, a supressão de 2100 empregos, 12% do total de trabalhadores, com o objectivo de reduzir custos. Com esta operação, o banco prevê poupar 120 milhões de euros em quatro anos para aumentar a “competitividade” e centrar-se “nas oportunidades de crescimento”.»(Fonte: DN –Economia e Negócios, 23/03/05)&lt;/p&gt;     &lt;p style="color: rgb(102, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;«Esta alteração à escala mundial, mais do que revelar uma crise conjuntural, traduz uma reestruturação global do sistema económico, com vastíssimos efeitos sociais.»&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (H.Carmo, Intervenção Social com Grupos, 2000:39)&lt;/p&gt;     &lt;p style="color: rgb(102, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;A sociedade não pode rejeitar, num dado momento, as pessoas menos produtivas da mesma forma que rejeita os produtos menos lucrativos (cerca de 80%), porque verdadeiramente, não sabe o que fazer com elas, a não ser gerar novas necessidades de educação e formação, mantendo-as na expectativa.&lt;/p&gt;     &lt;p style="color: rgb(102, 0, 0);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Ora Portugal é um dos países mais pobres da Europa, juntamente com a Irlanda. Se o preço a pagar pela eficiência nacional, for ainda mais pobreza relativa, para mais pessoas, sem ao menos se vislumbrar outra coisa do que apenas esperança, então deixaremos a breve trecho de ser um país onde é possível acreditar e com interesse em descobrir – como no anúncio: &lt;i style=""&gt;“Venha descobrir Portugal” &lt;/i&gt;–.&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;A par de bonitas paisagens, servindo como pano de fundo, viverá um povo ainda mais fragilizado, empobrecido, com fortes tensões internas e assimetrias, que nos envergonhará se formos “descobertos” em conjunto com toda a nossa penúria social.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-111202262653006798?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/111202262653006798/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=111202262653006798' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/111202262653006798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/111202262653006798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/03/um-mundo-assimtrico.html' title='Um mundo assimétrico'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-111158103050964124</id><published>2005-03-23T12:30:00.000Z</published><updated>2005-03-23T12:34:30.743Z</updated><title type='text'>Prímula</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/640/primula.jpg"&gt;&lt;img style="border: 2px solid rgb(170, 170, 170); margin: 2px;" src="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/400/primula.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;Prímula, designação que tem sido usada em referência a plantas da família das Primuláceas (género &lt;i&gt;Primula&lt;/i&gt;), a que pertencem as primaveras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Alegrai-vos é Primavera, sem mais, vem-me sempre à memória o poema de David Mourão Ferreira, viver, viver e sem ti. Que importa que o coração diga que sim ou que não se continua a viver...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;  &lt;/p&gt; Primavera&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo o amor que nos&lt;br /&gt;prendera&lt;br /&gt;como se fora de cera&lt;br /&gt;se quebrava e desfazia&lt;br /&gt;ai funesta primavera&lt;br /&gt;quem me dera, quem nos dera&lt;br /&gt;ter morrido nesse dia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E condenaram-me a tanto&lt;br /&gt;viver comigo meu pranto&lt;br /&gt;viver, viver e sem ti&lt;br /&gt;vivendo sem no entanto&lt;br /&gt;eu me esquecer desse encanto&lt;br /&gt;que nesse dia perdi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pão duro da solidão&lt;br /&gt;é somente o que nos dão&lt;br /&gt;o que nos dão a comer&lt;br /&gt;que importa que o coração&lt;br /&gt;diga que sim ou que não&lt;br /&gt;se continua a viver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo o amor que nos&lt;br /&gt;prendera&lt;br /&gt;se quebrara e desfizera&lt;br /&gt;em pavor se convertia&lt;br /&gt;ninguém fale em primavera&lt;br /&gt;quem me dera, quem nos dera&lt;br /&gt;ter morrido nesse dia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              David Mourão Ferreira&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-111158103050964124?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/111158103050964124/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=111158103050964124' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/111158103050964124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/111158103050964124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/03/prmula.html' title='Prímula'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-111107756446565300</id><published>2005-03-17T16:39:00.000Z</published><updated>2005-03-17T17:07:02.130Z</updated><title type='text'>O seu a seu dono</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/640/feedback.jpg"&gt;&lt;img style="border: 2px solid rgb(170, 170, 170); margin: 2px;" src="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/400/feedback.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderia aqui falar de feedback, comentários e blogs, mas não o vou fazer por três razões elementares:&lt;br /&gt;Primeira razão, porque embora partilhe o mesmo sentimento, existe uma pessoa que o exprime no &lt;a href="http://monologo-isabel.weblog.com.pt/arquivo/185169.html"&gt;monólogo  &lt;/a&gt;melhor do que eu;&lt;br /&gt;Segunda, porque não esperando nada, os seus escritos sempre me mereceram admiração e para mim é urgente, comunicar-lhe, dar-lhe feedback, para que possamos continuar a ter os seus textos;&lt;br /&gt;Por último, quero agradecer o link do Mosaico de Cores no seu blog.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-111107756446565300?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/111107756446565300/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=111107756446565300' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/111107756446565300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/111107756446565300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/03/o-seu-seu-dono.html' title='O seu a seu dono'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-111090061308297654</id><published>2005-03-15T15:30:00.004Z</published><updated>2010-05-31T10:11:28.204+01:00</updated><title type='text'>Planear uma arte difícil</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/640/project.jpg"&gt;&lt;img style="border: 2px solid rgb(170, 170, 170); margin: 2px;" src="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/400/project.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planear é uma arte difícil!&lt;br /&gt;Tendo em conta os avanços da tecnologia, (estou a pensar nos imensos programas de planeamento), parece à partida uma tarefa fácil.&lt;br /&gt;Por muito que nos custe e quer queiramos ou não, as novas tecnologias influenciam a mudança, mas não geram necessariamente a melhoria dos comportamentos humanos e planear, exige capacidade e envolvimento de pessoas e não somente um programa de planeamento, daí o paradoxo. Portanto, continuo a afirmar que planear é uma arte difícil.&lt;br /&gt;Planear pode ser definido como a capacidade demonstrada por aqueles que avaliam objectivamente os principais desenvolvimentos de uma situação num quadro de diferentes perspectivas. Seleccionam uma abordagem viável de uma série de alternativas. Definem, de forma realista, projectos, contingências e os recursos correspondentes e estabelecem medidas adequadas aos resultados a atingir.&lt;br /&gt;De acordo coma minha experiência, muito poucos são os projectos, em que existe um planeamento efectivo e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;em que os colaboradores conhecem razoavelmente o seu "papel"&lt;/span&gt;, no entanto, o planeamento é uma das actividades vitais para qualquer empresa, porque só assim é possível antecipar as necessidades e identificar os problemas, mas, tantas vezes, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o plano é relegado para segundo "plano"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Para que o planeamento seja eficaz deve obedecer a um conjunto de regras: ser alargado, colar a estratégia às tácticas que a suportam, formalizá-lo e, já agora, não esquecer as pessoas, ou seja, mobilizar todos os que forem afectados e explicar, explicar, explicar, como é que cada colaborador se encaixa no plano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-111090061308297654?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/111090061308297654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/111090061308297654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/03/planear-uma-arte-difcil.html' title='Planear uma arte difícil'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-110805962557495941</id><published>2005-02-10T18:20:00.000Z</published><updated>2005-02-10T18:31:14.916Z</updated><title type='text'>O conhecimento </title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/1024/trabalho.jpg"&gt;&lt;img style="border: 2px solid rgb(170, 170, 170); margin: 2px;" src="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/400/trabalho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                            &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Actualmente, o conhecimento é um factor de produtividade importante nas empresas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Mas, para surpresa verifica-se uma enorme dificuldade em gerir a informação de valor acrescentado e o conhecimento da empresa. &lt;/span&gt;&lt;o:p style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Podemos então afirmar o seguinte: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;o:p style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;b style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;br /&gt;«Se a empresa, soubesse o que a empresa sabe, seria muito mais produtiva.»&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Ou, por outras palavras, o que eu quero dizer é que as empresas têm um potencial de conhecimento maior do que aquele que será, alguma vez, revelado.&lt;/span&gt;&lt;o:p style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-weight: normal; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;O conhecimento deriva de massa cinzenta a trabalhar, muitos gestores ainda estão convencidos que os colaboradores não devem usar a massa cinzenta, mas apenas o seu esforço físico, por outro lado, se bem que as empresas possuam dados em gravações e informação em mensagens, só obtemos conhecimento a partir das pessoas. Vários estudos demonstraram que a maior parte da informação e saber é obtida em encontros pessoais ou por telefone.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Outra razão para não pedirem aos colaboradores que “pensem” com os braços e que só muito pouca informação tem origem em documentos, justamente, o contrário da convicção geral!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os dados e a informação são enviados electronicamente, mas o conhecimento parece só peregrinar eficientemente através da rede humana.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Muitas diligências em torno da administração do conhecimento, basearam-se em concepções imaginárias. Acreditava-se que o saber se moveria sem necessidade de força anímica. As empresas instalaram correio electrónico ou software de partilha de conhecimento e esperavam que este simplesmente fluísse. Como isso não aconteceu, foi fácil acusar o software ou a falta de formação dos colaboradores, em vez de se confrontarem com um facto muito simples&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o saber é valioso e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;as pessoas raramente dão coisas valiosas, sem esperarem qualquer compensação.&lt;/span&gt;&lt;o:p style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Mais do que documentos, bases de dados, Internet, Intranet ou software de grupos, o mais importante meio de permutação do conhecimento dentro das empresas (e não só) são os encontros e valorizações pessoai&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;s.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-110805962557495941?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/110805962557495941/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=110805962557495941' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110805962557495941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110805962557495941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/02/o-conhecimento.html' title='O conhecimento '/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-110716952348717512</id><published>2005-01-31T11:05:00.000Z</published><updated>2005-01-31T11:19:07.103Z</updated><title type='text'>Dilbert versus Peter</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/1024/dilbert%203.jpg"&gt;&lt;img style="border: 2px solid rgb(170, 170, 170); margin: 2px;" src="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/400/dilbert%203.jpg" border="2" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="margin: 0cm 0cm 2pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;O Princípio de Peter (Laurence J. Peter) – apresentado no livro "Todo Mundo é Incompetente, Inclusive Você" – afirma que as pessoas são promovidas até alcançarem o seu nível de incompetência. Se o leitor não se considera incompetente, não desespere, é porque ainda não ascendeu a nenhum cargo suficientemente importante. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin: 0cm 0cm 2pt; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Este princípio pode-se resumir-se da seguinte forma: um empregado ascende na carreira até ao nível máximo de competência, até ser promovido a uma posição onde é incompetente, ficando por aí. Dessa forma, ao longo do tempo todas as posições seriam ocupadas por gente incompetente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin: 0cm 0cm 2pt; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Mas, mais terrível que o Princípio de Peter é o Princípio de Dilbert.&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin: 0cm 0cm 2pt; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;De acordo com o Princípio de Dilbert (de Scott Adams), a incompetência é justamente o "impulsor" da ascensão na carreira das pessoas, para as afastar o mais possível de quem "efectivamente" produz – as pessoas realmente habilitadas, são necessárias a fazer o que fazem, pelo que não são promovidas com tanta facilidade.&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin: 0cm 0cm 2pt; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Pelo Princípio de Dilbert, virá a ser necessária menos inteligência nos gestores do que nos subordinados, prevejo, por este facto, que os profissionais qualificados não suportem vir a ser geridos por idiotas.&lt;/p&gt;   &lt;p style="margin: 0cm 0cm 2pt; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Assim, os profissionais qualificados de hoje, serão profissionais por conta própria amanhã, trocarão, o gabinete por escritórios e o seu chefe por clientes, aliás, tal como sucedeu, ao próprio Scott Adams...&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-110716952348717512?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/110716952348717512/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=110716952348717512' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110716952348717512'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110716952348717512'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/01/dilbert-versus-peter.html' title='Dilbert versus Peter'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-110656780554093910</id><published>2005-01-24T11:53:00.000Z</published><updated>2005-03-17T10:09:08.786Z</updated><title type='text'>Concursos</title><content type='html'>&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Estas coisas de concursos de blogues, valem o que valem e decerto que não valem grande coisa. Contudo, para mim, servem, quanto mais não seja, para divulgar este espaço, para que outras pessoas, se assim o entenderem, contribuam com as suas ideias, sugestões e comentários.&lt;br /&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Nunca tive grandes preocupações com a forma, que alias é bastante simples, as minhas atenções, centraram-se sobretudo nos conteúdos. No entanto estou feliz, quanto um “bloguista” pode estar...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 153);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Bem, era só para vou dizer, que passei no Top 75! Aceitam-se comentários!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-110656780554093910?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/110656780554093910/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=110656780554093910' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110656780554093910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110656780554093910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/01/concursos.html' title='Concursos'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-110624093703539910</id><published>2005-01-20T17:08:00.000Z</published><updated>2005-01-20T17:51:52.580Z</updated><title type='text'>100 inspiração</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/640/autoestrada.jpg"&gt;&lt;img style="border: 2px solid rgb(170, 170, 170); margin: 2px;" src="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/400/autoestrada.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                               &lt;p class="MsoNormal"&gt;Hoje, estou com pouca inspiração, mas apetece-me escrever, digamos que gostava de cozinhar, mas, falta-me o sal e um pezinho de salsa.&lt;br /&gt;Noutros tempos, resolvia-se facilmente o assunto, usando o seguinte expediente: «Oh vizinha, não me empresta um pedaço de sal e um pezinho de salsa?»&lt;br /&gt;Rapidamente, a nossa prestimosa vizinha, nos dispensava a salsa ou os condimentos necessários para efectuarmos a manja, porém, nestes tempos modernos, não há salsa que nos valha, nesta era das novas tecnologias e das auto-estradas de informação qual salsa, qual quê?, tempos sensaborões estes...&lt;br /&gt;Aliás, quando escrevo auto-estradas de informação, vem-me sempre à mente, o nome do eminente corredor de fundo, o tal do Bill das Gaitas, muito dado à alta competição, pouco respeitador dos outros concorrentes, infligindo-lhes amiúde uns golpes baixos, mas isso agora não interessa.&lt;br /&gt;Deveras, nesta era do digital, poderíamos pedinchar à nossa querida vizinha, uns kilobytes de informação, uns megabytes de memória, uma dica para fazer um texto para o blog, claro é isso, a prestante “vizinha” até se encarregou de o fazer: &lt;a href="http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/01/lei-de-parkinson.html#comments" / &gt; veja aqui!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, a segunda Lei de Parkinson tem o seguinte anunciado&lt;i style=""&gt;:  &lt;b style=""&gt;«Quanto menor o interesse do assunto, maior é a discussão»&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;,  pelo que para fazer jus à lei, este texto, que em boa verdade, tem pouco interesse, deverá receber muitos comentários, que é como quem diz mosaicos.&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Como é de comentários (leia-se mosaicos) que os blogues vivem e não só, hoje, 100 inspiração apeteceu-me...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-110624093703539910?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/110624093703539910/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=110624093703539910' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110624093703539910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110624093703539910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/01/100-inspirao.html' title='100 inspiração'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-110597375482666542</id><published>2005-01-17T14:55:00.000Z</published><updated>2005-01-17T15:15:55.300Z</updated><title type='text'>Ser jovem</title><content type='html'>&lt;center&gt;&lt;img class="phostImg" src="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/400/jovens.jpg" border="0" /&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já tinha dito, quando estava a dar o pontapé de saída do artigo sobre as famosas leis de Parkinson, vieram-me à ideia muitas situações nas nossas vidas, em que as leis se encaixavam por completo.&lt;br /&gt;Assim, perdoe-me o Parkinson, estabeleci com base na primeira lei o seguinte princípio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"O jovem expande-se de forma a preencher todo o saber e responsabilidade que tornamos disponível para a sua realização "&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se pedirmos pouco aos jovens, em termos de responsabilidade e de saber, decerto que o seu crescimento, em termos de maturidade não será deveras significativo.&lt;br /&gt;Mas se tornarmos disponível a responsabilidade e o saber, estou certo que os nossos jovens nos surpreenderão.&lt;br /&gt;Ou seja, temos que lhe pedir trabalho, conhecimento e responsabilidade hoje, se pretendemos que os nossos jovens sejam cidadãos responsáveis amanhã.&lt;br /&gt;Os jovens precisam que lhes seja dada a oportunidade de fazerem "história" e de compartilhá-la na sociedade, mais, necessitam de saber que confiamos neles incondicionalmente para a fazer, com tudo de bom ou de mau, que um processo de aprendizagem acarreta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem-haja o Parkinson!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-110597375482666542?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/110597375482666542/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=110597375482666542' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110597375482666542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110597375482666542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/01/ser-jovem.html' title='Ser jovem'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-110555065769732596</id><published>2005-01-12T17:24:00.000Z</published><updated>2005-01-12T17:54:26.123Z</updated><title type='text'>Lei de Parkinson</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/640/Parkinson.jpg"&gt;&lt;img style="border: 1px solid rgb(0, 0, 0); margin: 2px;" src="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/200/Parkinson.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;A lei de Parkinson de Northcote Parkinson (Penguin, 1957) foi primeira publicada no jornal The Economist e depois no livro Parkinson's Law: "The Pursuit of Progress", este, foi talvez o primeiro livro humorístico sobre gestão e, para quem não receia rir de si próprio e das situações nos negócios, tem aqui uma oportunidade para transformar as desgraças do quotidiano numa razão para rir, eis duas das suas leis:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;   &lt;li&gt;"O trabalho expande-se de forma a preencher todo o tempo disponível para a sua realização ";&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt; &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;"Quanto menor o interesse do assunto, maior é a discussão";&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt; Usando como exemplo a marinha britânica, Parkinson observou que, independente-&lt;br /&gt;mente da quantidade real de trabalho, o número de funcionários tendia sempre a aumentar. Desta lei, retira-se que um funcionário com quatro horas para terminar um relatório, vai terminá-lo nas quatro horas, enquanto um funcionário que disponha de oito horas para finalizar o mesmo relatório vai gastar as oito horas na sua totalidade.&lt;br /&gt;Independentemente da crítica à burocracia governamental, esta lei pode ser também aplicada a outras situações, e o próprio Parkinson escreveu sobre a velha senhora capaz de ocupar um dia inteiro para enviar um cartão postal, demorando-se na escolha da paisagem, perdendo tempo procurando os óculos ou o endereço do destinatário, escrevendo e reescrevendo com calma a mensagem, e ainda contemplando a necessidade de levar um guarda-chuvas no seu passeio até a agência dos correios. Um homem ocupado, porém, seria capaz de executar a mesma tarefa em três minutos.&lt;br /&gt;Mas a segunda lei derivada do trabalho de Parkinson ainda é mais interessante. A lei explica, em certa medida, a razão porque os projectos mais complexos são facilmente aceites, e os mais simples ficam bloqueados em discussões intermináveis.&lt;br /&gt;A questão pode ser posta assim: quando um projecto é demasiado grande ou complexo, ninguém se dá ao trabalho de conferir os detalhes, partindo do pressuposto de que alguém já o deveria ter feito antes, ou o projecto não chegaria a tomar tamanhas proporções, nem ter tido um avanço tão significativo. Além disso, ficar silencioso é muitas vezes uma forma de disfarçar o desconhecimento sobre o próprio projecto, ou deter um conhecimento que ponha em causa muitas das premissas que o suportam.&lt;br /&gt;Por outro lado, projectos simples são questionados exaustivamente, porque qualquer pessoa se sente confortável em fazê-lo. É uma oportunidade para lembrar aos outros que está a participar, e de poder tomar uma posição sobre o tema, duma forma relativamente segura.&lt;br /&gt;Desta forma, por em causa um projecto simples não tem normalmente grandes consequências técnico-económicas e, como vimos, tem um enorme ganho pessoal.&lt;br /&gt;Assim, nas organizações é mais fácil ratificar um Sistema Informático Integrado de Gestão, do que, por exemplo, um projecto que vise melhorar as vias de acesso num armazém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-110555065769732596?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/110555065769732596/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=110555065769732596' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110555065769732596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110555065769732596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/01/lei-de-parkinson.html' title='Lei de Parkinson'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-110486117549683680</id><published>2005-01-04T17:46:00.000Z</published><updated>2005-01-04T17:52:55.496Z</updated><title type='text'>Exultação - Ano Novo (Parte II)</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/640/Ano%20Novo.jpg"&gt;&lt;img style="border: 1px solid rgb(0, 0, 0); margin: 2px;" src="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/400/Ano%20Novo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns amigos escreveram-me a darem conta, que os meus escritos eram demasiado lavadinhos, escorreitos e muito lineares.&lt;br /&gt;Não sendo, assim, a minha escrita, nada, quase nada, controversa. Quando pretendi puxar dos meus pergaminhos para escrever um artigo que tem por base o "O Spleen de Paris", de Charles Baudelaire, para instigar a controvérsia ela aí está. Estala a bomba!&lt;br /&gt;Não me recordo de me ter embriagado de vinho e afins, talvez, quiçá, um grãozinho na asa, numa daquelas festas em que é impossível não ficar, sob pena de sermos atirados aos leões.&lt;br /&gt;Mas confesso, quantas vezes não fui cego e surdo, impenetrável e insensível, incapaz de suspeitar, de adivinhar, de perceber o momento à minha volta! Em suma, de não me ter embriagado com poesia ou com virtude, ou outra coisa qualquer, sem ter, desta forma, nenhum sentimento de exaltação pela vida!&lt;br /&gt;E tu caro leitor? Sim, tu, como te sentes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-110486117549683680?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/110486117549683680/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=110486117549683680' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110486117549683680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110486117549683680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/01/exultao-ano-novo-parte-ii.html' title='Exultação - Ano Novo (Parte II)'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-110475255626778910</id><published>2005-01-03T11:42:00.000Z</published><updated>2005-01-03T11:50:24.173Z</updated><title type='text'>Exultação - Ano Novo</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/640/Ano%20Novo.jpg"&gt;&lt;img style="border: 1px solid rgb(0, 0, 0); margin: 2px;" src="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/400/Ano%20Novo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;As notas, a tinta, os vocábulos, o corpo, são os meios com que os artistas laboram, como alfabetos que, dispostos de uma determinada ordem e segundo uma determinada forma, fazem brotar novas emoções, que anunciam a nós próprios, oceanos longínquos, amazónias completamente inexploradas, países&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;exóticos.&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;Para nós é difícil conceber, que há poucos séculos atrás, não existiam as obras de Mozart, Beethoven, Bach, Baudelaire, &lt;span style="color: black;"&gt;Shakespeare,&lt;/span&gt; Monet, Van Gogh. É importante celebrar o seu aparecimento, como tantas outras manifestações maravilhosas da vida e do seu ciclo de evolução. &lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;Quando, levados por estas obras, extasiados, completamente absorvidos, sentimos um sentimento de exaltação pela vida e pelo universo que a gerou.&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;Versos e pensamentos de Baudelaire vêm-me tantas vezes à memória: &lt;i style=""&gt;«Existem manhãs em que abrimos a janela e temos a impressão de que o dia nos está esperando»&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt;"&gt;Exultai-vos com que? Com vinho, com poesia, ou com virtude, a vosso gosto.&lt;/p&gt;   &lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;[... E se alguma vez, nos degraus de um palácio, sobre as verdes ervas duma vala, na solidão morna do teu quarto, tu acordares com a embriaguez já atenuada ou desaparecida, pergunta ao vento, à onda, à estrela, à ave, ao relógio, a tudo o que canta, a tudo o que fala, pergunta-lhes que horas são: «São horas de te embriagares!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Para não seres como os escravos martirizados do Tempo, embriaga-te, embriaga-te sem cessar! Com vinho, com poesia, ou com virtude, a teu gosto.»]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;br /&gt;In “&lt;em&gt;O Spleen de Paris”, &lt;/em&gt;Charles Baudelaire.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-110475255626778910?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/110475255626778910/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=110475255626778910' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110475255626778910'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110475255626778910'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2005/01/exultao-ano-novo.html' title='Exultação - Ano Novo'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-110243409441535509</id><published>2004-12-07T15:41:00.001Z</published><updated>2010-05-31T10:06:41.401+01:00</updated><title type='text'>Universo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/640/Natal1.jpg"&gt;&lt;img style="border: 1px solid rgb(0, 0, 0); margin: 2px;" src="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/400/Natal1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -38pt 6pt 0cm; color: rgb(255, 153, 0); text-align: left;"&gt;&lt;span style=""&gt;Universo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div style="color: rgb(255, 153, 0); text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -38pt 6pt 0cm; color: rgb(255, 153, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Se o homem como ser inteligente se&lt;br /&gt;encontra sozinho no universo, então&lt;br /&gt;segundo o critério da organização da&lt;br /&gt;matéria ocupa o escalão mais elevado da&lt;br /&gt;pirâmide da complexidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -38pt 6pt 0cm; color: rgb(255, 153, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;As actividades, as obras, as proezas, dos&lt;br /&gt;sistemas organizados são à medida do seu&lt;br /&gt;grau de complexidade e de organização.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -38pt 6pt 0cm; color: rgb(255, 153, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Nesta vasta experiência de organização da&lt;br /&gt;matéria,&lt;span style="color: rgb(255, 153, 0);"&gt;  &lt;/span&gt;penso que difícilmente o homem&lt;br /&gt;ocupa o escalão mais elevado. Assim&lt;br /&gt;sendo, não somos estranhos ao universo e&lt;br /&gt;estamos comprometidos com outros seres e&lt;br /&gt;outras inteligências...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -38pt 6pt 0cm; color: rgb(255, 204, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 0);"&gt;                               &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 0);"&gt;               &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 0);font-size:78%;" &gt;Carlos Lopes &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 0);font-size:78%;" &gt;                                         &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 153, 0);font-size:78%;" &gt;Natal/1996&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -38pt 6pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;br /&gt;Ele é, Ele era, Ele Vem.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;o:p style="color: rgb(204, 102, 0);"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -38pt 6pt 0cm; text-align: justify; color: rgb(204, 102, 0);"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“ Depois&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;de, por&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;muitas vezes e por diversas&lt;br /&gt;maneiras, ter&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;falado aos nossos pais pelos&lt;br /&gt;profetas, Deus, nestes dias que são os últimos,&lt;br /&gt;falou-nos pelo seu Filho que estabeleceu como&lt;br /&gt;herdeiro de todas as coisas e por quem fez os séculos.”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm -38pt 6pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-size:78%;" &gt;Heb. I, I-2&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-size:78%;" &gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 102, 0);font-size:78%;" &gt;Transcrito na obra “Jesus Cristo” pelo teólogo Yves Congar (1904-1995)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-110243409441535509?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110243409441535509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110243409441535509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2004/12/universo.html' title='Universo'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-110113273299227333</id><published>2004-11-22T14:12:00.000Z</published><updated>2004-11-22T15:26:08.266Z</updated><title type='text'>A crise de identidade – Um mundo em mudança</title><content type='html'>&lt;i style=""&gt;&lt;img src="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/200/Identidade.jpg" alt="Identidade" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;«O trabalho ocupa um ligar central na vida de muitas pessoas – seja no que diz respeito ao dia-a-dia, seja em termos de objectivos de vida mais amplos.» &lt;/i&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;A profissão sempre foi uma parte importante na descrição de pessoas, e, por conseguinte, um dos vectores principais das suas identidades.&lt;br /&gt;De certa forma, e até certo ponto, somos aquilo que as outras pessoas às quais estamos associados – família, comunidade, amigos e colegas – pensam que somos (identidade social).&lt;br /&gt;Ainda, segundo Giddens: &lt;i style=""&gt;«Por identidade social entendem-se as características que os outros atribuem a um indivíduo.&lt;/i&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;i style=""&gt; Estas podem ser vistas como  marcadores que indicam de um modo geral, que essa pessoa é.»&lt;/i&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;No entanto, segundo creio, a nossa profissão define-nos muito parcialmente e numa percentagem de importância muito inferior àquela que por norma lhe atribuímos. Quando me encontro com os meus amigos ou familiares, as nossas conversas e focos de interesse, não se situam nas nossas profissões, salvo se já tenham causado ou possam vir a causar problemas pessoais. As conversas – mais partilhas – centram-se no nosso lado pessoal, ou seja, eles têm um conceito do meu «Eu» diferente, que difere substancialmente do de outra pessoas, do mesmo modo que o meu conceito, segundo considero, também é diferente.&lt;br /&gt;Mas também, como pode ser a profissão, actualmente, a descrição da identidade das pessoas, se os padrões de trabalho se modificaram completamente e têm uma implicação directa na identidade.&lt;br /&gt;Actualmente a identidade é mais multifacetada e instável, pelo que requer que nos responsabilizemos por ela, definindo para nós próprios, quem somos e o que queremos.&lt;i style=""&gt;&lt;br /&gt;«O mundo moderno força-nos a descobrir-nos a nós próprios. Como seres humanos cientes e auto-conscientes, criamos e recriamos as nossas identidades a todo o momento.» &lt;/i&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Por esta razão, devemos ter muito cuidado com as situações que conduzem a vidas cinzentas, inexploradas, porque ficaremos “condenados” a viver em vasos por nós concebidos ou permitir que outros os concebam. &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;Para terminar, vem a propósito relembrar o momento alto do Encontro no Hotel da Ericeira, em que o orador, o nosso querido japa, proferiu as seguintes palavras: &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;«Um bonsai é uma árvore que não pensou grande, ou que não a deixaram pensar.»&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt; Sociologia, Anthony Giddens – Fundação Calouste Gulbenkian &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-110113273299227333?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/110113273299227333/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=110113273299227333' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110113273299227333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/110113273299227333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2004/11/crise-de-identidade-um-mundo-em-mudana.html' title='A crise de identidade – Um mundo em mudança'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-109958500523976236</id><published>2004-11-04T16:16:00.000Z</published><updated>2004-11-04T16:29:34.806Z</updated><title type='text'>O vil metal</title><content type='html'>&lt;img src="http://photos1.blogger.com/img/223/1770/400/moeda.jpg" border="0" alt="Moedas" /&gt;&lt;br /&gt;Para muitas pessoas o dinheiro encontra-se acima de todos os valores da vida, constituindo o seu principal objectivo.&lt;br /&gt;O dinheiro é importante, mas, ressalvando uma minoria de pessoas e daquelas que não têm nenhum, efectivamente não deveria ser o mais relevante para as suas vidas.&lt;br /&gt;Se o dinheiro fosse a fonte directa de satisfação pessoal, não creio que muitos escolhessem a profissão de professor, padre, enfermeiro ou tão-pouco bombeiro.&lt;br /&gt; As pessoas, decerto, não se decidiram por estas profissões com o desígnio de enriquecer, ou que não gostassem de ganhar altos salários. Contudo e, por muito necessário que seja, o dinheiro não é por si só fonte de sucesso ou regozijo. Colocaria antes que, muitas destas pessoas, ao terem decidido por estas profissões, a possibilidade de vir a alcançar: satisfação, honra, paz, fraternidade, solidariedade.&lt;br /&gt;Se observarmos com atenção a sociedade, descobrimos níveis de motivação e satisfação elevados em pessoas que praticam voluntariado, ou que se dedicam as causas nobres, recebendo em troca pelo seu esforço e dedicação, muito pouco, ou nalguns casos nada.&lt;br /&gt;Conheci casos de pessoas a servir em instituições de caridade, também elas com dificuldades monetárias e faziam-no como gesto de caridade em proveito do “outro”, esquecendo-se, tantas vezes do “eu”, sem mágoa nem queixume.&lt;br /&gt;O que posso concluir é que muitos de nós sabemos, de antemão, que o dinheiro não é assim tão fundamental, mas, a nossa sociedade só entende a linguagem do dinheiro.&lt;br /&gt;Assim, a riqueza não é, ou não deveria ser, o bem que procuramos, porque o único objectivo que tem é fornecer o meio para se obter outra coisa qualquer. Em boa verdade, não constitui um alvo ou um objectivo, mas unicamente um meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o dinheiro tornou-se o denominador comum da nossa sociedade, sendo para os políticos e para a causa pública, o mais importante, pelo que se não tiver um preço e não for dinheiro é dispensável, como por exemplo o ar que respiramos ou os oceanos, não existindo, por isso,  o cuidado na conservação destes bens. Mas, mesmo assim, «Faça o obséquio de deixar este local tão limpo como o encontrou.»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez e por último, o dinheiro seja uma condição necessária, contudo não suficiente, mais dinheiro não é sinónimo, de mais felicidade. Existe um limite para tudo e o dinheiro não é decerto excepção...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-109958500523976236?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/109958500523976236/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=109958500523976236' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/109958500523976236'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/109958500523976236'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2004/11/o-vil-metal.html' title='O vil metal'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-109829240674320959</id><published>2004-10-20T17:59:00.000+01:00</published><updated>2004-10-20T18:29:12.760+01:00</updated><title type='text'>Noddy</title><content type='html'>&lt;img src="http://photos1.blogger.com/img/73/1884/320/noddy.jpg" border="0" alt="Noddy" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br&gt;&lt;br /&gt;Nestas coisas de desenhos animados, confesso que já estou um pouco desactualizado e também desinteressado. A razão é porque não fiquei com muito boa impressão dos últimos que tive oportunidade de ver.&lt;br /&gt;Não me estou a referir aos desenhos animados produzidos para cinema, nomeadamente, alguns filmes da Walt Disney, que mantêm ainda uma qualidade apreciável, mas às diversas séries de televisão com qualidade duvidosa, cheios de guerras no espaço, naves bélicas  - como se não bastasse a deste mísero planeta - violência gratuita, formas estilizadas de animais homens, super-homens, super-mulheres e afins.&lt;br /&gt;Casualmente e, para espanto meu, dou por mim a ver um desenho animado chamado Noddy, fiquei simplesmente encantado, ultrapassava tudo o que eu achava interessante para uma criança apreciar: os bonecos, os cenários, o colorido, as músicas, a história. &lt;br /&gt;Corri, desesperadamente, para a Internet, na esperança de perceber o que era o Noddy e encontrei dois artigos curiosos:&lt;br /&gt;O primeiro, com o título "Noddy": &lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;«Há muito que não apanhava este desenho animado. Mas ontem, assim que ouviu o genérico do Noddy, ficou vidrada. &lt;br /&gt;Para espanto meu, não desistiu depois da música. Viu tudo até ao fim! Até ia fazendo uns comentários: ooohhh quando o Noddy saía de cena e tátá! quando o Noddy reaparecia.»&lt;/span&gt; [1]&lt;br /&gt;O último, mas não o menos interessante, com o título "Noddy não devia viver sozinho":&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;«Da última vez que fui a Lisboa trouxe um livro do Noddy para a Xica que, depressa, se tornou num dos seus preferidos. Chama-se "Noddy, tu és capaz". Li-o algumas vezes, sem que acontecesse nada de especial, até que outro dia ela me fez esta pergunta, para a qual não tive resposta, "...Onde está a mãe do Noddy? Porque é que ele vive sozinho?".&lt;br /&gt;Os putos não são maravilhosos?» &lt;/span&gt;[2]&lt;br /&gt;Comentário ao artigo:&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;«O meu filho já perguntou o mesmo. Disse-lhe que na cidade dos brinquedos são todos amigos, como na escola, não estão lá as mães e os pais. Adoro quando ele anda pela casa a cantar "hoje é dia de alegria". Também gosto do Noddy.»&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Primeiro gostaria de premiar a inteligência dos putos e depois fazer votos, para que a mãe do Noddy seja tão humana como o filho, para que eu e os miúdos nos mantenhamos cativados.&lt;br /&gt;Espero, assim, que a produção do programa não se lembre de produzir, para a figura da mãe do Noddy, mais uma fantasia do género extra terrestre, estilizada, a navegar numa nave, cheia de artilharia bélica vinda de outro mundo... (como se já não bastasse as naves bélicas deste mundo bem real!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, ainda bem que na cidade dos brinquedos, são todos amigos, mesmo sem as mães e os pais, embora, a criança considere, e com toda a sapiência deste mundo, que o Noddy não deve viver sozinho! Plenamente de acordo, estou simplesmente encantado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://filhos.weblog.com.pt/"&gt;[1]"Noddy"- Filhos - Diário de uma mãe&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://sushileblon2.blogspot.com/"&gt;[2]"Noddy não devia viver sozinho" Sushileblon&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-109829240674320959?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/109829240674320959/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=109829240674320959' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/109829240674320959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/109829240674320959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2004/10/noddy.html' title='Noddy'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-109735616193201985</id><published>2004-10-09T22:07:00.001+01:00</published><updated>2010-05-31T10:13:33.898+01:00</updated><title type='text'>Chamiços</title><content type='html'>Desta vez, não vou ter desculpa, vão-me "saltar os cachorros", baterem-me até ficar todo "negro", mas pronto, em sou assim, adoro confrontá-los. &lt;br /&gt;Andava eu à procura, na Internet, de informação sobre processos de tratamento de água , quando esbarrei com um artigo de Ben Powell, que chamava a atenção para os materiais inúteis que somos tentados a comprar, o autor referia-se, a uma grande parte dos  "utensílios" e produtos para piscinas, perfeitamente prescindíveis, demostrando que a sua compra não traria qualquer valor e que, só serviriam para aumentar os custos de manutenção.&lt;br /&gt;Pretendendo ir um pouco mais longe do que Ben Powell, parece-me que no nosso quotidiano, compramos muitas coisas, a que resolvi designar por chamiços (restos de material sem utilidade e sem valor, de preferência combustível, que aproveitamos para acender o lume, vulgo acendalhas).&lt;br /&gt;Mas, para nossa pouca sorte, somos tentados a adquirir materiais ainda piores, do ponto de vista da sua necessidade e facilidade de combustão,  tendo em conta que os verdadeiros chamiços, ainda, nos são úteis para acender o lume... &lt;br /&gt;O sucesso da tecnologia de ponta, deve-se, em certa medida, à tentação dos consumidores por estes artigos e à influência exercida pela publicidade. &lt;br /&gt;Vejamos, tenho um gravador de vídeo, topo de gama, que dispõe de um sem número de possibilidades de programação, inserção de imagem/som, com um manual de instruções, que mais parece uma enciclopédia - que  nunca  li - no entanto, só uso o conhecido botão de "play". Resumindo, qualquer outro gravador, sem tanta sofisticação tecnológica, serviria para ver vídeos. Mas que tempo temos para os ver ? Já que andamos tão ocupados a ganhar dinheiro para comprar os chamiços. E os telemóveis? Que modelo de chamiço é melhor que o outro? Com câmara digital ? Mas não é para telefonar? Será dois em um ?&lt;br /&gt;Bem, nesta altura, o leitor, decerto, já encontrou exemplos de chamiços melhores que os meus. Contudo, gostaria ainda de falar de livros e revistas, que muitos não lemos, nem têm para nós qualquer significado ou interesse, mas, que ocupam e roubam espaço, esse sim, útil. Vale a pena acrescentar as montanhas de catálogos de publicidade, gentilmente colocados, nas nossas caixas de correio, cheios de chamiços, sabiamente disfarçados de artigos úteis e imprescindíveis.&lt;br /&gt;Quando recebemos prendas, muitas delas são chamiços, sendo o Natal,  a época que nos encontramos mais ocupados a comprá-los e  onde ocorre maior troca destes objectos. Quem não gosta de premiar os seus amigos com chamiços ?&lt;br /&gt;Como tudo que não utilizamos, depressa chegamos à conclusão que devemos mandar os nossos chamiços - mais antigos - para reciclar, na ânsia de substituí-los, por outros de igual valor, ou seja, pelo menos tão inúteis como os anteriores. Compreende-se, assim, a razão, porque hoje a indústria de reciclagem anda tão ocupada e em verdadeira expansão, dado o volume de chamiços a tratar.&lt;br /&gt;Todavia e, para terminar gostaria de vos colocar as seguintes questões: é para comprarmos chamiços que nos esfalfamos a trabalhar? Que enriquecimento pessoal, podemos nós tirar da maior parte destes artigos prescindíveis? Continuamos a tirar alguma satisfação pessoal, porque não adquirimos, ainda, plena consciência desta realidade?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-109735616193201985?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/109735616193201985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/109735616193201985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2004/10/chamios_09.html' title='Chamiços'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-109638778747676921</id><published>2004-09-28T17:08:00.000+01:00</published><updated>2004-09-28T17:10:41.623+01:00</updated><title type='text'>Da sua natureza</title><content type='html'>Os acontecimentos dos últimos anos dão-nos conta de um cenário de destruição, associado ao mais completo desrespeito pela vida humana.&lt;br /&gt;Se efectuarmos o balanço dos últimos decénios, verificamos uma situação de toda alarmante: o própio futuro do género humano.&lt;br /&gt;A proliferação de armamento atómico, a manutenção de engenhos termonucleares, conflitos armados sem uma solução a curto médio prazo, a ocupação abusiva de territórios, com o pretexto de legítima defesa e, quase sempre ferida de legalidade internacional, fazem prever o pior. O nosso passado é a garantia do futuro. Mas, com este balanço quem aposta no futuro da paz mundial ? Se um conflito de grandes proporções começar, quem aposta na sobrevivência da nossa espécie ? &lt;br /&gt;A História demonstra que as armas acabam sempre por ser utilizadas. Sinceramente, mesmo sendo esta a nossa natureza, não deveria ser o nosso destino.&lt;br /&gt;Ao escrever estas notas veio-me à ideia a conhecida fábula do escorpião, que não resisto a contá-la:&lt;br /&gt;“  ... Na margem de um grande rio africano um leão dorme. É de tarde,  faz calor. Náo corre a menor aragem.&lt;br /&gt;Um escorpião aproxima-se. «Levanta-te. Tenho necessidade da tua ajuda», diz ele, dando uma cotovelada ao leão, «Preciso de passar para o outro lado do rio. Aqui não há mais ninguém. Põe-me sobre as tuas costas e leva-me a nado.»&lt;br /&gt;Supresa do leão: «Eu, nadar com um escorpião no dorso? Tu vais-me picar e eu morro ...» O escorpião defende habilmente a sua causa: «Nâo sejas estúpido. Se eu te pico, afogamo-nos os dois. Nada te acontecerá.»&lt;br /&gt;Obstinado, o leão procura argumentos. Mas a agilidade intelectual do escorpião, aliada à lógica insuperável da sua deprecada, acaba por vencer.&lt;br /&gt;«Sobe.», diz o leão.&lt;br /&gt;A passo lento, o leão, desconfiado, avança na água tépida.&lt;br /&gt;Começa a nadar. A meio do rio, uma dor viva paralisa-o. O duo é levado pela corrente ...&lt;br /&gt;«Olha bem o que fizes-te», diz o leão, «Vamos perecer os dois» - «Eu sei», responde o escorpião, «lamento muito, mas ninguém escapa à sua natureza.» ”&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-109638778747676921?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/109638778747676921/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=109638778747676921' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/109638778747676921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/109638778747676921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2004/09/da-sua-natureza.html' title='Da sua natureza'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-109396789159336224</id><published>2004-08-31T16:54:00.000+01:00</published><updated>2004-09-28T17:06:04.226+01:00</updated><title type='text'>A Etiqueta na Internet ou simplesmente Netiqueta</title><content type='html'>Em termos sociais a Internet é ao mesmo tempo um paradoxo e um ambiente de múltiplas sociedades paralelas, com os seus próprios vícios e virtudes.&lt;br /&gt;Se por um lado é um meio privilegiado para aproximar as pessoas, também é certo que as afasta e, independentemente da sua utilização - feramenta de trabalho veículo de comunicação ou simplesmente lazer - altera obviamente a sua vivência.&lt;br /&gt;Na Internet, as pessoas estão amiudadamente encobertas por endereços e nicknames, esse anonimato - sem rosto - permite a sua total desinibição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, existem regras de etiqueta, tantas vezes esquecidas, que é de toda a conveniência seguir, como refere um minicurso de etiqueta na Internet: «porque atrás de uma máquina existe uma pessoa» &lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/app/post.pyra?blogID=8084480#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decerto muitos de nós já tiveram experiências menos positivas a tal respeito e sem pretender aplicar nenhuma moral, deixava aqui a seguinte nota de rodapé: o respeito, boa educação e gentileza são os requisitos em qualquer situação de interacção pessoal e o ambiente virtual, não deveria ser excepção…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/app/post.pyra?blogID=8084480#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; In "Etiqueta na Internet" Centro de Inclusão Digital e Educação Comunitária da USP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-109396789159336224?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/feeds/109396789159336224/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8084480&amp;postID=109396789159336224' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/109396789159336224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/109396789159336224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2004/08/etiqueta-na-internet-ou-simplesmente.html' title='A Etiqueta na Internet ou simplesmente Netiqueta'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8084480.post-109359692480115504</id><published>2004-08-27T09:53:00.001+01:00</published><updated>2010-05-31T10:07:55.343+01:00</updated><title type='text'>Teste I</title><content type='html'>Hoje acordei com a intenção de efectuar o registo do meu blogue "Mosaico de Cores", para começar a testar algumas ideias da sua futura forma.&lt;br /&gt;Sentei-me e comecei a faina, após todo o procedimento de inscrição e escolha de um “Template”, se bem que provisório, porque carece de alterações, resolvi fazer este primeiro artigo. Aqui vai!.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8084480-109359692480115504?l=mosaicodecores.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/109359692480115504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8084480/posts/default/109359692480115504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mosaicodecores.blogspot.com/2004/08/teste-i.html' title='Teste I'/><author><name>Carlos Lopes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15230213906886964330</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='26' src='http://photos1.blogger.com/blogger/1431/531/1600/carlos.jpg'/></author></entry></feed>
